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Anunciados detalhes do novo Sistema Mundial de Handicap

O R&A e a USGA (United States Golf Association) anunciaram as principais características do novo Sistema Mundial de Handicap (ou World Handicap System, WHS) projetado para fornecer globalmente a todos os golfistas um padrão consistente da habilidade de jogo.

A ideia de um novo sistema unificado foi concebida pela USGA e The R & A e desenvolvida na sequência de uma extensa revisão de sistemas administrados por seis autoridades de handicap existentes – Golf Australia, o Council of National Golf Unions (CONGU) do Reino Unido e Irlanda, European Golf Association (EGA), South African Golf Association (SAGA), Asociacion Argentina de Golf (AAG) e da United States Golf Association (USGA).

O novo sistema apresentará o seguinte:

Pesquisas quantitativas foram realizadas em 15 países ao redor do mundo, através das quais 76% dos 52 mil entrevistados expressaram seu apoio a um Sistema Mundial de Handicap, 22% estavam dispostos a considerar seus benefícios, e apenas 2% se opuseram.

Isso foi seguido por uma série de grupos de discussão, nos quais mais de 300 administradores de golfe e golfistas de diferentes regiões do mundo ofereceram um amplo feedback sobre os recursos do novo sistema proposto.

Este feedback ajudou a moldar o WHS, que foi desenvolvido pela USGA e The R&A com o apoio de cada autoridade de handicap, bem como da Japan Golf Association e Golf Canada.

A Confederação Brasileira de Golfe (CBG) também demonstrou o seu apoio ao novo sistema, e se ofereceu para auxiliar no que for preciso e para conduzir os testes necessários para a introdução do WHS.

Mike Davis, CEO da USGA, comentou: “Por algum tempo, ouvimos os golfistas dizerem: ” Não sou bom o suficiente para ter um handicap “, ou “Não jogo o suficiente para ter um handicap”. Queremos tomar as decisões certas agora para incentivar um jogo mais acolhedor e social. Estamos ansiosos por dar mais um passo importante – juntamente com a modernização das Regras do Golfe – para proporcionar um caminho para o esporte, tornando o golfe mais fácil de entender e mais acessível e agradável para todos jogarem”.

Martin Slumbers, diretor executivo da R&A, disse: “Estamos trabalhando com nossos parceiros e associações nacionais para tornar o golfe mais moderno, mais acessível e mais agradável como esporte. O novo World Handicap System representa uma grande oportunidade a este respeito”.

“Queremos facilitar a obtenção de um handicap e afastar parte da complexidade e variação que pode ser desagradável para os iniciantes. Ter um handicap que é mais fácil de entender e verdadeiramente portátil em todo o mundo pode tornar o golfe muito mais agradável”.

Os princípios do novo sistema se concentram em três objetivos principais: incentivar tantos golfistas quanto possível a obter e manter um handicap; habilitar os golfistas de diferentes habilidades, gêneros e nacionalidades a usar seu handicap em qualquer campo a nível mundial e competir de forma justa e equitativa; e indicar com precisão suficiente a pontuação que um jogador de golfe é razoavelmente capaz de alcançar em qualquer campo ao redor do mundo, jogando em condições normais.

Dado o alinhamento mundial em relação a um sistema único, todas as partes agora embarcarão em um período de transição de dois anos visando a implementação em 2020. Quando adotado, o World Handicap System será governado pela USGA e The R&A e administrado localmente pelas seis autoridades existentes e Associações nacionais em todo o mundo, com salvaguardas incluídas para garantir a consistência, bem como a adaptabilidade a diferentes culturas de golfe.

As seis autoridades de handicap representam aproximadamente 15 milhões de golfistas em 80 países que atualmente mantêm um handicap de golfe.

Como uma extensão do seu apoio às Regras de Golfe em todo o mundo, a Rolex se comprometeu a apoiar os esforços da R&A e da USGA para implementar um Sistema Mundial de Handicap.

O Brasil utiliza há pouco mais de dez anos o sistema da USGA, um dos mais modernos do mundo. “Como a CBG já usa o sistema da USGA de handicap index e de Slope Rating System, que mede as dificuldades dos campos para a definição do handicap em cada local, os golfistas brasileiros devem se adaptar mais facilmente às mudanças, com a vantagem de que seus handicaps poderão ser utilizados no mundo todo”, diz Daniel Neves, diretor de Regras e Relações Internacionais da CBG.

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